Eça de Queiroz
O Mandarim (1879)
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Eça de Queiroz
Trecho da Obra
recobrem as ruínas do Idealismo... Façamos fantasia!... 2º AMIGO Mas sobriamente, camarada, parcamente!... E como nas sábias e amáveis alegorias da Renascença, misturando-lhe sempre uma Moralidade discreta... (COMÉDIA INÉDITA) I Eu chamo-me Teodoro - e fui amanuense do Ministério do Reino. Nesse tempo vivia eu à Travessa da Conceição nº 106, na casa de hóspedes da D. Augusta, a esplêndida D. Augusta, viúva do major Marques. Tinha dois companheiros: o Cabrita, empregado na Administração do Bairro Central, esguio e amarelo como uma tocha de enterro; e o possante, o exuberante tenente Couceiro, grande tocador de viola francesa.
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