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Mulher, verbo intransitável

Mulheres! O que sempre, nós homens, blasfemamos, até rugimos, quando não as entendemos, ou não as deciframos. Decifra-me ou te devoro! A verdade é que sempre somos devorados por elas.

Mas elas são mesmo indecifráveis ? Boa parcela dos raparigos, jovens, maduros ou mais idosos, dirão que são, sim, indecifráveis.

E talvez nos também sejamos de difícil compreensão para elas. E num mundo digitalizado como o que vivemos hoje, podemos afirmar que é mais fácil um relacionamento v... Leia +

(Marcio Poletto)

Editora Samba Books

Esportes

No país não olímpico

Não tem jeito. Entra Olimpíada, sai Olimpíada e os discursos são os mesmos: melhor participação da história, resultado excelente, nas piscinas, fato histórico, deu o meu máximo e consegui o que desejava, e por aí vai. O resultado prático disso tudo é que estamos nos acostumando a se contentar com 7º... Leia +

(Marco Clerris)

Física Quântica

Física Quântica

Tenho lido artigos e assistido vídeos sobre Física Quântica. Segundo os cientistas, o átomo se comporta como onda ou partícula, de acordo com o observador, ou seja, se você ficar olhando algo, os átomos envolvidos se apresentarão como partícula. Caso você desvie a atenção sobre eles, tornar-se-ão on... Leia +

(Marcio Poletto)

MP-Attus Softwares de gestão para Tradings

eBooks e Literatura


A ALMA ENCANTADORA DAS RUAS

(Clássicos - Editora Samba Books - ebook)

A alma encantadora das ruas, é uma reunião de textos publicados na imprensa carioca entre 1904 e 1907. O autor percorre as ruas do Rio de Janeiro para reter a sua essência e diversidade. A cidade vivia um processo de transformação acelerada, passando de séde da Monarquia para uma ambiciosa capital federal. Ela será o palco das perambulações de João do Rio, que costumava saturar seus textos de reminiscências decadentistas, mas o olhar que fixava no presente era o de um observador que se abria par... Leia +

sobre João do Rio


João do Rio, pseudônimo de João Paulo Emílio Cristóvão dos Santos Coelho Barreto, (Rio de Janeiro, 5 de agosto de 1881 — 23 de junho de 1921) foi um jornalista, cronista, tradutor e teatrólogo brasileiro.