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Crise à Vista

O Brasil está afundando novamente numa crise daquelas! Para os que estão enfrentando a sua primeira - eu já vivi uma 5, pelo menos - como estagiários inexperientes, digo que tem sempre o lado bom, claro, sem contar os problemas financeiros que temos que enfrentar. Nas crises, os empresários tem a ch... Leia +

(Marcio Poletto)

Cotidiano

Sem Tempo Para Brincadeiras

As crianças que encontramos diariamente nos cruzamentos na cidade de São Paulo, estão se tornando pequenos especialistas em malabarismos, de tanto que derrubam suas bolinhas e varetinhas, vão acabar aprendendo. Aliás, já nasceram malabaristas, da vida, pois nós que nascemos em berços de ouro, não te... Leia +

(Marcio Poletto)

Porto Conecta

Cotidiano

Família: Defeitos, Brigas e Tolerância

Família é uma coisa que não tem como evitar. Todos temos uma. Tem o primo pobre, o rico, o tio pentelho, o tio legal, o irmão diferente, o avô caduco, e as cunhadas e cunhados então? Cada um diferente do outro. Mas temos que conviver e suportá-los com todos os defeitos que cada um tem. A vida é isso... Leia +

(Marcio Poletto)

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eBooks e Literatura

OS SERTÕES

(Clássicos - Editora Samba Books - ebook)

Considerada uma das obras-primas da literatura brasileira, foi publicada em 1902, cinco anos após a campanha de Canudos, cujo trágico desfecho Euclides da Cunha testemunhou como repórter de O Estado de São Paulo, apresenta não só um completo relato da Campanha de Canudos, que foi a luta sangrenta contra os fanáticos chefiados por Antônio Conselheiro, os quais ameaçavam a segurança das cidades e po... Leia +

Editora Samba Books

Escritores

Página de Fagundes Varela

Fagundes Varela


(Nasceu em 18 de agosto de 1841, em Rio Claro, no Rio de Janeiro — Morreu 17 de fevereiro de 1875, em Niterói, no Rio de Janeiro )


Luís Nicolau Fagundes Varela, viveu a infância em viagens e junto à natureza. Boêmio, volúvel e fortemente atraído pela vida no campo, não consegue manter uma vida estável no convívio social e amoroso. É considerado o maior nome da poesia brasileira no período 1860-1870. É o poeta da infinidade de temas e de formas.